SANTA MISSA COM RITO DE ORDENAÇÃO SIMULTÂNEA





 
SANTA MISSA

COM RITO DE ORDENAÇÃO SIMULTÂNEA


 



Ritos iniciais

 

1. Realize-se a Ordenação com o maior concurso possível de fiéis, num domingo ou dia festivo, particularmente numa festa dos Apóstolos, a não ser que razões pastorais aconselhem outro dia. Excluem-se, contudo, o Tríduo Pascal, a Quarta-Feira de Cinzas, toda a Semana Santa e a Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos.

2. Nas solenidades, nos domingos do Advento, da Quaresma e da Páscoa, nos dias dentro da oitava da Páscoa e nas festas dos Apóstolos, utiliza-se as orações, as leituras e a cor litúrgica do dia.

3. Ainda antes do inicio da celebração, o bispo informe aos leitores qual será a leitura, o salmo e o evangelho a ser lido.

4. Quando tudo estiver preparado, como de costume, realiza-se a procissão pela igreja até o altar. O candidato ao Diaconado vai à frente do Diácono que leva o livro dos Evangelhos, seguindo-o outros Diáconos, se houver. O que vai ser ordenado Presbítero vem logo após os Diáconos assistentes um pouco atrás. Chegando ao altar, feita a devida reverência, todos procuram os seus lugares. 

PROCISSÃO DE ENTRADA

5. Chegando ao altar e feita a devida reverência, o celebrante beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

SAUDAÇÃO

6. Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o presidente da celebração diz:

Pres: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Ass: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:

Pres: A paz esteja convosco.
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

7. O sacerdote poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Segue-se o Ato Penitencial. O presidente convida os fiéis à penitência.

Pres: Irmãos e irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

Ou, especialmente aos domingos:
Pres: No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O sacerdote diz:
Pres: Confessemos os nossos pecados.
Ass: Confesso a Deus Todo-Poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, (batendo no peito*) por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, Nosso Senhor. 

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Pres: Deus Todo-Poderoso tenha compaixão de nós perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

Ass: Amém.

8. Segue-se as invocações Senhor tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.

Pres: Senhor, tende piedade de nós.

Ass: Senhor, tende piedade de nós.

Pres: Cristo, tende piedade de nós.
Ass: Cristo, tende piedade de nós.

Pres: Senhor, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.

HINO DE LOUVOR

9. Exceto nos domingos e nos dias de semana do Advento e da Quaresma, canta-se ou recita-se o Hino de Louvor.

Ass: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém! 

ORAÇÃO DO DIA

10. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.

E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;

Ó Deus, Pai de misericórdia e fonte de toda vocação,
que pelo vosso Filho, Sumo e Eterno Sacerdote,
quisestes edificar a vossa Igreja com a diversidade dos ministérios,
olhai com bondade para estes vossos filhos
que hoje chamais à Ordenação sagrada. Derramai sobre eles a abundância do Espírito Santo,
para que, recebendo cada um o grau do ministério ao qual foi destinado,
sirvam com fidelidade ao Evangelho,
com pureza de coração e zelo pastoral,
na edificação do vosso povo santo. Concedei-lhes a graça de viverem em comunhão fraterna,
na obediência à Igreja e no amor ao vosso rebanho,
a fim de que, configurados a Cristo Servo e Pastor,
sejam sinais vivos da vossa presença no mundo. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
na unidade do Espírito Santo.

Ao terminar, o povo aclama:

Ass: Amém.

11. Os ritos iniciais e a Liturgia da Palavra prosseguem, como de costume, até o Evangelho inclusive.

PRIMEIRA LEITURA

Leitura do Livro dos Atos dos Apóstolos: Naqueles dias, como o número dos discípulos aumentasse,

os fiéis de origem grega começaram a queixar-se dos fiéis de origem hebraica,

porque as viúvas deles estavam sendo esquecidas no atendimento diário. Então os Doze reuniram a multidão dos discípulos e disseram: “Não está certo que nós deixemos a pregação da Palavra de Deus

para servir às mesas. Irmãos, escolhei entre vós sete homens de boa reputação,

cheios do Espírito Santo e de sabedoria,

aos quais encarregaremos dessa tarefa. Quanto a nós, dedicaremos nosso tempo à oração

e ao serviço da Palavra”. A proposta agradou a toda a multidão.

Escolheram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo,

Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau,

prosélito de Antioquia. Eles os apresentaram aos apóstolos,

que oraram e lhes impuseram as mãos. A Palavra de Deus se espalhava cada vez mais.

O número dos discípulos crescia muito em Jerusalém,

e grande multidão de sacerdotes obedecia à fé.

SALMO RESPONSORIAL

Salmo 99(100), 1-2.3.4.5

Nós somos o povo e o rebanho do Senhor.

- Aclamai o Senhor, ó terra inteira,

servi ao Senhor com alegria,

ide a ele cantando jubilosos! R


- Sabei que o Senhor, só ele, é Deus,

Ele mesmo nos fez, e somos seus,

nós somos seu povo e seu rebanho. R


- Entrai por suas portas dando graças,

e em seus átrios com hinos de louvor;

dai-lhe graças, seu nome bendizei! R


- Sim, é bom o Senhor e nosso Deus,

sua bondade perdura para sempre,

seu amor é fiel eternamente! R

SEGUNDA LEITURA

 

L: Leitura do Livro dos Efésios
Irmãos: Foi Cristo que concedeu a uns serem apóstolos, a outros profetas, a outros evangelistas, a outros pastores e mestres, para capacitar os santos para o serviço do ministério

e para edificar o Corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé

e do conhecimento do Filho de Deus,

ao estado de homem perfeito,

à medida da estatura da plenitude de Cristo.

Palavra do Senhor.

T: Graça a Deus

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

15. Segue-se o Aleluia 

16. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

Diác: Dá-me a tua bênção

O sacerdote diz em voz baixa:

Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.

Diác: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;

Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO

17. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
Ass: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác ou Sac: Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos,
permanecereis no meu amor,
assim como eu guardei os mandamentos do meu Pai
e permaneço no seu amor. Eu vos disse isto para que a minha alegria esteja em vós
e a vossa alegria seja plena. Este é o meu mandamento:
amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem amor maior do que aquele que dá a sua vida
pelos amigos. Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.
Já não vos chamo servos,
porque o servo não sabe o que faz o seu senhor.
Eu vos chamo amigos,
porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai. Não fostes vós que me escolhestes,
mas fui eu que vos escolhi
e vos destinei para que vades e deis fruto,
e o vosso fruto permaneça. O que então pedirdes ao Pai em meu nome,
ele vos concederá.”

Ass: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

18. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:

Diác ou Sac: Palavra da Salvação.

O povo aclama:

Ass: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:

Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados

19. oclamado o Evangelho, o Diácono recoloca, com reverência, o livro dos Evangelhos sobre o altar, onde permanece até que seja entregue ao Ordenado.

ELEIÇÃO DO CANDIDATO AO DIACONADO

20. Então começa a Ordenação.
O Bispo, se for o caso, aproxima-se da cadeira preparada para a Ordenação, e é feita a apresentação dos candidatos.

21. O Diácono ou um Presbítero chama o Ordinando:

Diác ou Sac: Queira aproximar-se os que vao ser ordenados Diáconos,

E logo o chama pelo nome.
Seminarista Daniel Alemeida
Seminarista Micael Reis

O Eleito responde:

Eleito: Presente!

E se aproxima do Bispo, fazendo-lhe uma reverência.

22. Estando o Ordinando de pé diante do Bispo, um Presbítero para isto designado, diz:

Sac: Reverendíssimo Pai, pede a Santa Mãe igreja, que ordenes para a função de Diácono este nosso irmão.

Pres: Podes dizer-me se ele é digno deste ministério?

Sac: Tendo interrogado o povo de Deus e ouvido os responsáveis, dou testemunho de que foi considerado digno.


Pres: Com o auxílio de Deus e de Jesus Cristo, nosso Salvador, escolhemos este nosso irmão para a Ordem do Diaconato.
Ass: Graças a Deus!

ELEIÇÃO DO CANDIDATO AO PRESBITERADO

23. O Diácono ou um Presbítero chama o Ordinando:

Diác ou Sac: Queira aproximar-se o que vai ser ordenado Presbítero,

E logo o chama pelo nome.

Diácono Vinicius Alves

O Eleito responde:

Eleito: Presente!

E se aproxima do Bispo, fazendo-lhe uma reverência.

24. Estando o Ordinando de pé diante do Bispo, um Presbítero para isto designado, diz:

Sac: Reverendíssimo Pai, pede a Santa Mãe igreja, que ordenes para a função de presbítero este nosso irmão

Pres: Podes dizer-me se ele é  digno deste ministério?

Sac: Tendo interrogado o povo de Deus e ouvido os responsáveis, dou testemunho de que foi considerado digno 


Pres: Com o auxílio de Deus e de Jesus Cristo, nosso salvador escolhemos este nosso irmão para a Ordem Presbiteral.
Ass: Graças a Deus!

HOMILIA

PROPÓSITO DO ELEITO AO DIACONADO

 

26. Após a homilia, o Eleito se levanta e permanece de pé diante do Bispo que o interroga com estas palavras:

Pres: Caro filho, antes de serdes admitido à Ordem do Diaconato, é necessário que manifesteis, perante todo o povo, o teu desejo de assumir este ministério.

Queres, pois ser consagrado ao serviço da Igreja, mediante a imposição de minhas mãos e a graça do Espírito Santo?

Eleito: Quero.

 

Pres: Queres desempenhar, com humildade e amor, o ministério dos Diáconos, como colaboradores da Ordem sacerdotal, para o bem do povo cristão?

Eleito: Quero.

 

Pres: Queres guardar o mistério da fé, como diz o Apóstolo, com a consciência pura, e proclamar esta mesma fé, através de palavras e atos, conforme o Evangelho e a tradição da Igreja?

Eleito: Quero.

 

Pres: Queres, de acordo com o vosso estado, perseverar e progredir no espírito de oração e, neste mesmo espírito, segundo vossas condições, realizar fielmente a Liturgia das Horas com o povo de Deus, sem seu favor e pelo mundo inteiro?

Eleito: Quero.

 

Pres: Queres imitar sempre, na vossa vida, o exemplo de Cristo, de cujo Corpo e Sangue estareis a serviço?

Eleito: Quero, com a graça de Deus.

 

27. Em seguida, o Eleito se aproxima do Bispo, ajoelha-se e põe as mãos postas entre as do Bispo.

 

O Bispo, Ordinário do Eleito, interroga-o, dizendo:

Prometes respeito e obediência a mim e aos meus sucessores?

Eleito: Prometo.

o Bispo conclui:

Pres: Deus, que te inspirou este bom proposito, te conduza mais à perfeição.

 

PROPÓSITO DOS ELEITOS AO PRESBITERATO.

 

Pres: Caro filho, antes de ingressardes na Ordem dos Presbíteros, deveis manifestar perante o povo o propósito de aceitar este encargo. 

Quereis, pois, desempenhar sempre a missão de sacerdote no grau de Presbítero, como fieis colaboradores da Ordem episcopal, apascentando o rebanho do Senhor, sob a direção do Espírito Santo?

Eleitos: Quero.

 

Pres: Quereis, com dignidade e sabedoria, desempenhar o ministério da palavra, proclamando o Evangelho e ensinando a fé católica?
Eleitos: Quero.

Pres: Quereis celebrar com devoção e fidelidade os mistérios de Cristo sobretudo pelo Sacrifício eucarístico e o sacramento da Reconciliação, para louvor de Deus e santificação do povo cristão, segundo a tradição da Igreja
Eleitos: Quero.

Pres: Quereis implorar conosco a misericórdia de Deus em favor do povo a ti confiado, sendo fielmente assíduo ao dever da oração?
Eleitos: Quero.

Pres: Quereis unir-se cada vez mais ao Cristo, sumo Sacerdote, que se entregou ao Pai por nós, e ser ele consagrado a Deus para a salvação da humanidade?
Eleitos: Quero, com a graça de Deus.

Em seguida, o Eleito individualmente se aproxima do Bispo, ajoelha-se e põe as mãos postas entre as do Bispo.

 

O Bispo Ordinário do Eleito, interroga-o, dizendo:

Prometes respeito e obediência a mim e aos meus sucessores?

Eleito: Prometo.

 

Bispo conclui:

Pres: Deus, que te inspirou este bom proposito, te conduza mais à perfeição.

 

LADAINHA DE TODOS OS SANTOS

 

30. Todos se levantam. O Bispo, sem a mitra, de mãos postas, voltado para o povo, diz:

Pres: Roguemos, irmãos e irmãs, a Deus Pai todo-poderoso que derrame com largueza a sua graça sobre estes seus servos, que ele escolheu para os cargos de Diáconos e de Presbíteros.

 

31. Os Eleitos se prostram e canta-se a ladainha, à qual TODOS respondem; nos domingos e no Tempo Pascal, todos permanecem de pé, nos outros dias, todos permanecem de joelhos. Neste caso, o Diácono diz:

Diác: Ajoelhemo-nos.

E todos se ajoelham.

 

Segue-se a fórmula abaixo da ladainha adaptada:

Senhor, tende piedade de nós.

Ass: Senhor, tende piedade de nós.

 

Cristo, tende piedade de nós.

Ass: Cristo, tende piedade de nós.

 

Senhor, tende piedade de nós.

Ass: Senhor, tende piedade de nós.

 

Santa Maria, Mãe de Deus.

Ass: Rogai por nós.

 

São Miguel e Santos Anjos de Deus.

Ass: Rogai por nós.

 

São João Batista e São José.

Ass: Rogai por nós.

 

São Pedro e São Paulo.

Ass: Rogai por nós.

 

Santo André e São João Evangelista.

Ass: Rogai por nós.

 

Santa Maria Madalena e Santo Estêvão.

Ass: Rogai por nós.

 

Santo Inháchio de Anthioqhuia e São Lourenço.

Ass: Rogai por nós.

 

Santa Perpétua e Santa Felicidade.

Ass: Rogai por nós.

 

São João de Brito e Santa Inês.

Ass: Rogai por nós.

 

São Gregório e Santo Agostinho.

Ass: Rogai por nós.

 

Santo Atanásio e São Basílio.

Ass: Rogai por nós.

 

São Martinho e São Bento.

Ass: Rogai por nós.

 

São Francisco e São Domingos.

Ass: Rogai por nós.

 

Santo Antônio de Lisboa e São Teotônio.

Ass: Rogai por nós.

 

São João de Deus e São Francisco Xavier.

Ass: Rogai por nós.

 

São João Maria Vianney e Santa Isabel de Portugal.

Ass: Rogai por nós.

 

Santa Catarina de Sena e Santa Teresa de Jesus.

Ass: Rogai por nós.

 

Todos os Santos e Santas de Deus.

Ass: Rogai por nós.

 

Sede-nos propício.

Ass: Ouvi-nos, Senhor.

 

Para que nos livreis de todo mal, de todo pecado e da morte eterna.

Ass: Ouvi-nos, Senhor.

 

Pela vossa encarnação, morte e ressurreição.

Ass: Ouvi-nos, Senhor.

 

Pela efusão do Espírito Santo.

Ass: Ouvi-nos, Senhor.

 

Apesar de nossos pecados.

Ass: Ouvi-nos, Senhor.

 

Para que vos digneis conduzir e proteger a vossa Igreja.

Ass: Ouvi-nos, Senhor.

 

Para que vos digneis conservar no vosso santo serviço, o Papa, os Bispos e todo o clero.

Ass: Ouvi-nos, Senhor.

 

Para que vos digneis abençoar, santificar e consagrar estes Eleitos.

Ass: Ouvi-nos, Senhor.

 

Para que vos digneis conceder a todos os povos a paz e a verdadeira concórdia.

Ass: Ouvi-nos, Senhor.

 

Para que vos digneis manifestar a vossa misericórdia a todos que sofrem tribulações.

Ass: Ouvi-nos, Senhor.

 

Para que vos digneis conservar-nos e confortar-nos no vosso santo serviço.

Ass: Ouvi-nos, Senhor.

 

Jesus, Filho do Deus vivo.

Ass: Ouvi-nos, Senhor.

 

Cristo, ouvi-nos.

Ass: Cristo, ouvi-nos.

 

Cristo, atendei-nos.

Ass: Cristo, atendei-nos.

 

32. Terminada a ladainha, só o Bispo se levanta e diz, de mãos estendidas:

Pres: Senhor Deus, ouvi as nossas súplicas e acompanhai com o vosso auxílio, o que será feito por nosso ministério; santificai, com a vossa bênção, estes nossos irmãos que julgamos aptos para o serviço dos santos ministérios. Por Cristo, nosso Senhor.

Ass: Amém.

 

Se estiverem ajoelhados, o diácono diz:

Diác: Levantai-vos.

E todos se levantam.

 

IMPOSIÇÃO DAS MÃOS E PRECE DE ORDENAÇÃO

 

33. O Eleito se levanta; aproxima-se do Bispo, que está de pé diante da cátedra, com mitra; e ajoelha-se diante dele.

 

34. Em silêncio, o Bispo impõe as mãos sobre a cabeça do Eleito.

 

35. Tendo o Eleito ajoelhado diante si, o Bispo, sem a mitra, de mãos estendidas, diz a Prece de Ordenação:

Assisti-nos, nós vos pedimos, ó Deus todo-poderoso, fonte de todas as graças, que dividis as responsabilidades, repartis os serviços e assinalais os ofícios. Imutável em vós mesmo, tudo renovais e, dispondo todas as coisas em vossa eterna providência, por vossa palavra, força e sabedoria, que é Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, concedeis a cada momento o que mais nos convém. Na variedade dos dons celestes e na diversidade dos membros, fazeis crescer com admirável unidade, pela força do Espírito Santo, o Corpo de Cristo, a vossa igreja. Para edificação do novo templo, constituístes três ordens de ministros para servirem ao vosso nome, como outrora escolhestes os filhos de Levi para o serviço do antigo santuário. Assim, no início da Igreja, os Apóstolos do vosso Filho, movidos pelo Espírito Santo, escolheram sete homens de bem para ajudá-los no serviço diário, confiando-lhes a distribuição dos alimentos, pela oração e imposição das mãos, a fim de que eles próprios pudessem dedicar-se mais à oração e à pregação da palavra. Olhai também com bondade, Senhor, este vosso servo que consagramos como Diácono para o serviço do altar.

Enviai sobre ele, Senhor, nós vos pedimos, o Espírito Santo que o fortaleça com os sete dons de vossa graça, a fim de exercer com fidelidade o seu ministério.

Resplandeçam nele as virtudes evangélicas: o amor sincero, a solicitude para com os enfermos e os pobres, a autoridade discreta, a simplicidade de coração e uma vida segundo o Espírito. Brilhem em sua conduta os vossos mandamentos, para que o exemplo de sua vida desperte a imitação de vosso povo e, guiando-se por uma consciência reta, permaneçam firmes e estáveis no Cristo. Assim, imitando na terra vosso Filho, que não veio para ser servido, mas para servir, possam reinar com ele no céu. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Ass: Amém.

 

ENTREGA DO LIVRO DOS EVANGELHOS

 

36. Terminada a Prece de Ordenação, todos se sentam. O Bispo põe a mitra. O Ordenado se levanta e um Diácono ou outro ministro lhe impõe a estola diaconal e lhe veste a dalmática.

 

37. Neste meio tempo pode-se cantar um canto apropriado. O Ordenado, com a veste diaconal, aproxima-se do Bispo e ajoelha-se diante dele. o Bispo lhe entrega o livro dos Evangelhos, dizendo:

Pres: Recebe o Evangelho de Cristo, do qual fostes constituído mensageiro; transforma em fé viva o que leres, ensina aquilo que creres e procura realizar o que ensinares.

Depois o Diácono recém-ordenado volta ao seu lugar.

 

ORDENAÇÃO DO PRESBÍTERO

 

IMPOSIÇÃO DAS MÃOS E PRECE DE ORDENAÇÃO

 

39. O Eleito se levanta; aproxima-se do Bispo, que está de pé diante da cátedra, com mitra; e ajoelha-se diante dele.

 

40. Em silêncio, o Bispo impõe as mãos sobre a cabeça do Eleito.

    Em seguida, todos os Presbítero presentes, de estola, também impõem as mãos ao Eleito, em silêncio. 

    Após a imposição das mãos, os Presbíteros permanecem em torno do Bispo, até o fim da Prece de Ordenação, de tal modo, porém, que os fiéis possam acompanhar tudo facilmente. 

 

41. Tendo o Eleito ajoelhado diante si, o Bispo, sem a mitra, de mãos estendidas, diz a Prece de Ordenação:

Assisti-nos, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso, autor da dignidade humana e distribuidor de todas as graças, que dais crescimento e vigor a todas as coisas, e, para formar um povo sacerdotal, estabeleceis, em diversas ordens, os ministros de Jesus Cristo, vosso Filho, pela força do Espírito Santo. Já no Antigo Testamento, em sinais prefigurativos surgiram vários ofícios por vós instituídos, de modo que, tendo à frente Moisés e Aarão, para guiar e santificar o vosso povo, lhes destes colaboradores de menor ordem e dignidade. Assim, no deserto, comunicastes a setenta homens prudentes o espírito dado a Moisés que, com o auxílio deles, pode mais facilmente governar o vosso povo. Do mesmo modo, derramaste copiosamente sobres os filhos de Aarão da plenitude concedida a seu pai, para que o serviço dos sacerdotes segundo a Lei fosse suficiente para os sacrifícios do tabernáculo, que eram sobra dos bons futuros. Na plenitude dos tempos, Pai santo, enviaste ao mundo o vosso Filho, Jesus, Apóstolo e Pontífice da nossa fé. Ele, pelo Espírito Santo a vós se ofereceu na cruz, como hóstia pura, e fez os seus Apóstolos, santificados na verdade, participantes de sua missão, e lhes destes colaboradores para anunciar e consumar em todo o mundo a obra da salvação. Concedei também, agora, à nossa fraqueza, Senhor, este colaborador, de que tanto necessitamos no exercício do sacerdócio apostólico.

Nós vos pedimos, Pai todo-poderoso, constituí este vosso servo na dignidade de Presbítero, renovai em seu coração o Espírito de santidade, obtenha ele, ó Deus, o segundo grau da Ordem sacerdotal, que de vós procede, e sua vida seja exemplo para todos.

Seja ele cooperador zeloso de nossa Ordem episcopal para que as palavras do Evangelho, caindo nos corações humanos através de sua pregação, possam dar muitos frutos e chegar até os confins da terra, com a graça do Espírito Santo. Seja ele juntamente conosco fiel dispensador dos vossos mistérios, de modo que o vosso povo renasça pela água da regeneração, ganhe novas forças do vosso altar, os pecadores sejam reconciliados, e os enfermos se reanimem. Esteja ele sempre unido a nós, Senhor, para implorar a vossa misericórdia em favor do povo a ele confiado e em favor de todo o mundo. Assim todas as nações, reunidas em Cristo Jesus, se convertam em um só povo, para a consumação do vosso Reino. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Ass: Amém.

 

UNÇÃO DAS MÃOS E ENTREGA DO PÃO E DO VINHO

 

42. Terminada a Prece de Ordenação, todos se sentam. O Bispo recebe a mitra. O Ordenado se levanta. Os Presbíteros presentes voltam aos seus lugares, exceto o que vai colocar a estola no Ordenado, conforme o uso dos presbíteros e revesti-lo com a casula. O Ordenado é revestido com estola e a casula.

 

43. O Bispo, de gremial branco, unge com o óleo do santo Crisma a pala das mãos do Ordenado, que está de joelhos diante dele, dizendo:

Pres: Nosso Senhor Jesus Cristo, a quem o Pai ungiu com o Espírito Santo, e revestiu de poder, te guarde para santificação do povo fiel e para oferecer a Deus o santo Sacrifício.

 

Onde for costume, o Bispo cinge as mãos do Ordenado com um lenço que será desatado, logo em seguida, pela pessoa a quem o recém-ordenado deseja dar sua primeira bênção sacerdotal. Depois da unção, o Bispo e o Ordenado lavam as mãos. Se assim o preferirem, poderão apenas enxugá-las.

 

44. Em seguida, leva-se ao Bispo o pão na patena e o vinho e a água no cálice, para a celebração da missa. O Bispo os entrega ao Ordenado, de joelhos diante de si, dizendo:

Pres: Recebe a oferenda do povo para apresentá-la a Deus. Toma consciência do que vais fazer e põe em prática o que vais celebrar, conformando a tua vida ao mistério da cruz do Senhor.

 

45. Por fim, o Bispo acolhe para o abraço da paz, primeiro, o novo Presbítero, depois o novo Diácono, dizendo:

Pres: A paz esteja contigo.

Ordenado: O amor de Cristo nos uniu.

 

46. Os presbíteros presentes, ou ao menos alguns deles fazem o mesmo, significando a acolhida do recém-ordenado na Ordem dos Presbíteros; e os Diáconos, ou ao menos alguns deles, o fazem respectivamente em relação ao Diácono recém-ordenado.

    Enquanto isso, pode-se cantar um canto apropriado.

 

47. A Missa prossegue, como de costume. A Profissão de fé se diz, de acordo com as rubricas; omitem-se as Preces Comunitárias.

 

PROFISSÃO DE FÉ

 

Pres: Professemos a nossa fé.

Ass: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor;

(Todos se inclinam)

que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Virgem Maria,

(Todos erguem-se)

padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.

 

OFERTÓRIO

 

48. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

 

49. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.

 

50. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.

Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:

Ass: Bendito seja Deus para sempre!

 

51. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:

Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

 

52. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.

Ass: Bendito seja Deus para sempre!

Coloca o cálice sobre o corporal.

 

53. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:

De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

 

54. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

 

55. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

 

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

 

56. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:

Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

 

57. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;

Pres: Recebei, ó Deus, com bondade paternal, as oferendas que vos apresentamos pela Igreja que hoje se alegra com a Ordenação destes vossos filhos. Fazei que o sacrifício que celebramos os configure cada vez mais a Cristo, que se ofereceu inteiramente ao Pai para a salvação do mundo, a fim de que, fortalecidos por este mistério, exerçam com fidelidade, humildade e caridade o ministério que lhes confiastes, para a edificação do vosso povo santo.

Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

Ass: Amém.

 

PREFÁCIO PRÓPRIO

O Sacerdócio de Cristo e o Ministério Sacerdotal

 

58. Se for usada a Oração Eucarística IV, ou as brasileiras, não reza-se esse prefácio.
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.


Pres: 
Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pela unção do Espírito Santo, constituístes vosso Filho unigênito Pontífice da nova e eterna aliança. E estabelecestes que seu único sacerdócio se perpetuasse na Igreja. Por isso, vosso Filho, Jesus Cristo, enriqueceu a Igreja com um sacerdócio real. E, com bondade fraterna, escolheu homens que, pela imposição das mãos, participem do seu ministério sagrado. Em nome de Cristo, estes renovam para nós o sacrifício da redenção humana, servindo aos fiéis o banquete da Páscoa. Presidindo o povo na caridade, eles o alimentam com vossa palavra e o restauram com vossos sacramentos. Dando a vida por vós e pela salvação de todos, procuram assemelhar-se cada vez mais ao próprio Cristo, testemunhando, constantes, a fidelidade e o amor para convosco. Por essa razão, com os anjos do céu e com as mulheres e os homens da terra, unidos a todas as criaturas, proclamamos, jubilosos, a vossa glória, cantando (dizendoa uma só voz:

Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

 

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

109. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, vós sois santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir o vosso povo, para que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr-do-sol, um sacrifício perfeito.
Ass: Santificai e reuni o vosso povo!

110. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Pres: Por isso, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas, 
Une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, que nos mandou celebrar este mistério.
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!

111. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na noite em que ia ser entregue, 
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar,inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos, deu graças a vos o pai todo poderoso, partiu o Pão e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

112. Então prossegue:
Do mesmo modo, ao fim da ceia, 
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o preciosíssimo cálice em suas santas e veneraveis mãos, deu graças a vós o pai todo poderoso e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

113. Em seguida, diz:
Eis o mistério da fé!
Ass: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

114. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando agora, ó Pai, a memória do vosso Filho, da sua paixão que nos salva, da sua gloriosa ressurreição e da sua ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício de vida e santidade.

Pres: Olhai com bondade a oferenda da vossa Igreja, reconhecei o sacrifício que nos reconcilia convosco e concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, sejamos repletos do Espírito Santo e nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

1C: Que ele faça de nós uma oferenda perfeita para alcançarmos a vida eterna com os vossos santos: a vhirgehm Maria, mãe de Deus, são José, seu esposo, os vossos apóstolos e mártires, N. (o santo do dia ou patrono), e de todos os santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.

2C: E agora, nós vos suplicamos, ó Pai, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja, enquanto caminha neste mundo: o vosso servo o papa Pio II , o nosso bispo Dom Edgard Cardeal Bergoglio Seus auxiliares (N.N)  os bispos do mundo inteiro, e com estes vossos servos  (N.N dos ordenados), que hoje foram ordenados Presbíteros E diáconos da Igreja, o clero e todo o povo que conquistastes.

(*Aqui pode-se fazer a menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n.109).

2C: Atendei as preces da vossa família, que está aqui, na vossa presença. Reuni em vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.

3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória, 
Une as mãos
por Cristo, Senhor nosso.
3C: Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

115. Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!

RITO DA COMUNHÃO

 

125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:

Pres: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

 

126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.

O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:

Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

 

127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

Ass: Amém.

 

128. O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.

O povo responde:

Ass: O amor de Cristo nos uniu.

 

129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:

Diác: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.

E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

 

FRAÇÃO DO PÃO

 

130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

 

131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

 

132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

 

133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres: Felizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

 

COMUNHÃO 

 

134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.

Comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.

Comunga o Sangue de Cristo.

 

135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:

O Corpo de Cristo.

O que vai comungar responde:

Amém.

O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

 

136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

 

137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

 

138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

 

139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor. 

 

DEPOIS DA COMUNHÃO


140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:

Pres: Oremos.

E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:

Alimentados, ó Pai, com o Pão da vida e o Cálice da salvação, nós vos damos graças pela graça da Ordenação que hoje concedestes à vossa Igreja. Concedei a estes ministros, repletos da força deste sacramento, perseverar na unidade, na obediência e no ardor missionário, para que, configurados a Cristo Servo e Pastor, sejam fiéis dispensadores dos vossos mistérios e testemunhas autênticas do Evangelho.

Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

Ass: Amém.


BÊNÇÃO FINAL

 

141. Em lugar da bênção habitual, pode-se dar a bênção seguinte.
O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:

Pres: O Senhor esteja convosco.

O povo responde:

Ass: Ele está no meio de nós.

 

O diácono diz:

Inclinai-vos para receber a bênção.

 

O Bispo, de mãos estendidas sobre os Ordenandos e todo o povo, diz:

Pres: Deus, pastor e guia da Igreja, vos guarde constantemente com a sua graça para cumprirdes com fidelidade os vossos deveres.

Ass: Amém.

 

Pres: Ele, que deu ao Diácono o múnus de pregar o Evangelho e de servir ao altar e a todas as pessoas, te faça neste mundo, sua testemunha fervorosa e ministro da caridade.
Ass: Amém.

Pres: E a ti, presbítero, te faça verdadeiro pastor que leve ao seu povo o Pão vivo e a Palavra da vida, para que cresça na unidade do Corpo de Cristo.
Ass: Amém.

 

O Bispo abençoa o povo, dizendo:

Pres: E a todos vós, aqui reunidos, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai + e Filho + e Espírito Santo.

Ass: Amém.

 

142. Depois, o diácono ou o próprio Bispo diz ao povo, unindo as mãos:

Pres ou Diác: Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.

Ass: Graças a Deus.

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